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Bom dia! Que saudades de postar aqui!
Desculpe pessoal, mas eu realmente estava sem tempo. Pretendo voltar agora e postar com mais frequência.
Gostei dessa frase: ” Numa sociedade baseada em mentiras, um ato de verdade é visto como loucura”
Não é assim mesmo que acontece?
Abraços

“Qual é o sentido da vida?
- Mas faça isso logo, tenho um importante encontro em meia hora”
Desculpe estar meio ausente. Essa semana volto a postar com mais frequência. Vou tratar justamente do fator “tempo”. Muitas vezes parece que o dia tem apenas 1 hora e que não temos tempo para nada. Não é?
Abraços

“Tudo aquilo que não enfrentamos em vida acaba se tornando o nosso destino.”
Carl Jung

Curar os sintomas ou o motivo da doença?
É com essa pergunta que começo a escrever para vocês hoje.
Fazemos parte de uma geração que exige resultados imediatos para tudo. Poderia citar aqui vários exemplos, mas hoje quero falar sobre a área da saúde. Estou a alguns dias em “enlouquecendo” com questionamentos e pesquisas sobre algumas doenças mentais.
Estou muito chateado e triste, com a forma que alguns profissionais, na verdade a maioria deles, desacredita na possibilidade de um esquizofrênico, uma pessoa com depressão ou que tenha qualquer outra doença mental, possa sair desse quadro sem usar medicações, e que esse estado possa se alterar a través de uma evolução interna do paciente. Concordo que hoje, não existe nada de diferente a ser feito, e que hoje a esquizofrenia não tem cura, mas eu e tantos outros profissionais não podemos simplesmente parar de tentar e desistir, não podemos nos acomodar com a “resposta mágica” que os medicamentos dão aos pacientes e para de lutar por outro tratamento para eles; um tratamento que não se preocupe somente em combater os efeitos, mas um tratamento que chegue até as raízes desse conflito e que mude o paciente de dentro para fora, e não que apenas mascare a sua doença e seu comportamento, como vem sendo feito até hoje.
O que é melhor? Receitar um medicamento para um paciente que sofra do transtorno bipolar e durante toda sua vida literalmente controlar o paciente e a doença, ou “gastar” 10 ou 20 anos de análise ou outro tratamento que fará com que no final o próprio paciente saiba administrar seus sentimentos e ele mesmo saiba se controlar? A “geração 200 Km/h” muitas vezes prefere a primeira opção e não percebe que na maioria dos casos esse tratamento não vai solucionar o problema, mas apenas vai controlá-lo pelo tempo que a medicação for oferecida.
Encontrei na faculdade uma professora que apóia essa minha idéia, que acredita nesse meu sonho, que um dia eu ou outro profissional qualquer poderá tirar a medicação de um esquizofrênico, por exemplo, e ele seguirá sua vida normalmente. Não é fácil. Mas eu não vou desistir.
Claro que existem casos que os tratamentos disponíveis hoje apresentam ótimos resultados e não acho que todos que sofrem de uma doença mental devem parar imediatamente de tomar seus medicamentos, pois hoje essa é a única alternativa, a única ferramenta que temos disponível; mas como disse a cima, não podemos nos acomodar existem “casos incuráveis” que precisamos curar.
Se em 1979, coisa de 30 anos atrás, uma pessoa falasse que tinha câncer, não havia nada para se fazer, saberíamos que muito provavelmente ela iria morrer, mas e hoje? Hoje existem inúmeros tratamentos e é muito provável que essa pessoa sobreviva. Mas e se nós acostumássemos que o câncer mata e nada pode ser feito? Como estaríamos hoje?
Esse é o ponto. Esta na hora de mudarmos o futuro. Eu quero fazer parte dessa história.
Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda.
Carl Gustav Jung
A ausência da evidência não significa evidência da ausência.
Carl Sagan
Comente. Deixe a sua opinião.

“A diferença entre a maioria dos homens e eu, reside no
fato de que em mim as ‘paredes divisórias’ são
transparentes. É uma particularidade minha. Nos outros,
elas são muitas vezes tão espessas, que lhes impedem a
visão; eles pensam, por isso, que não há nada do outro
lado. [...] Quem nada vê não tem segurança, não pode
tirar conclusão alguma, ou não confia em suas
conclusões.”
Carl Gustav Jung
Olá!
Obrigado por todas as visitas e comentários que recebi. Estive ausente ontem pois estava formatando meu computador.
Esquizofrenia. Este é um assunto pelo qual eu me interesso muito. Sempre que posso leio alguma coisa a respeito ou converso com algum professor a sobre essa patologia da mente. Vou colocar aqui para vocês um vídeo que vi no youtube e achei interessante que fala um pouco sobre “o que é a esquizofrenia”.
A maioria das pessoas que sofrem dessa doença são descriminadas e vistas como loucos ou coisas do tipo. Vejo isso como mais um ato nojento de nossa sociedade. Uma pessoa não deve ser decriminada por qualuqer doença ou conflito que venha a ter. Um exemplo bem grosseiro, seria se alguem te descriminasse devido ao fato de você ter gripe ou ter alergia a cloro por exemplo. Nem você nem o esquizofrenico escolheram ter essa doença doença.
Hoje, onde formos ler sobre esse assunto vemos que essa é uma doença que não tem cura, que pode ser controlada por remédios e por ai vai.
Eu tenho um sonho. Acredito que um dia, a psicologia possa avançar a ponto de uma pessoa que tenha esse problema viver “livre” dos remédios. Não estou reclamando dos tratamentos existentem hoje, mas eu acredito que um dia poderemos administrar essa doença de uma outra maneira. Na minha opinião, e repito, na minha opinião, um tratamento a base de remédios “doma”, “controla” a pessoa, mas não desenvolve o indivíduo ao ponto de se conhecer e se auto controlar e se um dia o remédio vier a faltar, ou quando o organismo se acostuma com aquela medicação, os problemas podem ser piores. Sei que a psicanálise por exemplo trabalha com o abstrato, e na mente de uma pessoa com esquizofrenia, os delírios dela são concretos para ela, mas como eu disse, eu tenho um sonho, e acredito que um dia poderemos mudar esse quadro sem uma intervenção medicamentosa.
Abraços
Qual a sua opinião? Comente.

Boa tarde.
Pesquise sobre esse tema e achei interessante compartilhar aqui no Blog. Espero que gostem.
Abraços
Codependência é um transtorno emocional definido e conceituado por volta das décadas de 70 e 80, relacionada aos familiares dos dependentes químicos, e atualmente estendido também aos casos de alcoolismo, de jogo patológico e outros problemas sérios da personalidade.
Codependentes são esses familiares, normalmente cônjuge ou companheira(o), que vivem em função da pessoa problemática, fazendo desta tutela obsessiva a razão de suas vidas, sentindo-se úteis e com objetivos apenas quando estão diante do dependente e de seus problemas. São pessoas que têm baixa auto-estima, intenso sentimento de culpa e não conseguem se desvencilhar da pessoa dependente.
O que parece ficar claro é que os codependentes vivem tentando ajudar a outra pessoa, esquecendo, na maior parte do tempo, de cuidar de sua própria vida, auto-anulando sua própria pessoa em função do outro e dos comportamentos insanos desse outro. Essa atitude patológica costuma acometer mães (e pais), esposas (e maridos) e namoradas(os) de alcoolistas, dependentes químicos, jogadores compulsivos, alguns sociopatas, sexuais compulsivos, etc.
As perguntas a seguir servem para identificar
possíveis padrões de codependência.
? Você se sente responsável por outra pessoa? Seus sentimentos, pensamentos, necessidades, ações, escolhas, vontades, bem-estar e destino?
? Você sente ansiedade, pena e culpa quando outras pessoas têm problemas?
? Você se flagra constantemente dizendo “sim” quando quer dizer “não”?
? Você vive tentando agradar aos outros ao invés de agradar a si mesmo?
? Você vive tentando provar aos outros que é bom o suficiente? Você tem medo de errar?
? Você vive buscando desesperadamente amor e aprovação? Você sente-se inadequado?
? Você tolera abuso para não perder o amor de outras pessoas?
? Você sente vergonha da sua própria vida?
? Você tem a tendência de repetir relacionamentos destrutivos?
? Você se sente aprisionado em um relacionamento? Você tem medo de ficar só?
? Você tem medo de expressar suas emoções de maneira aberta, honesta e apropriada?
? Você acredita que se assim o fizer ninguém vai amá-lo?
? O que você sente sobre mudar o seu comportamento? O que impede-lhe de mudar?
? Você ignora os seus problemas ou finge que as circunstâncias não são tão ruins?
? Você vive ajudando as pessoas a viverem? Acredita que elas não sabem viver sem você?
? Tenta controlar eventos, situações e pessoas através da culpa, coação, ameaça, manipulação e conselhos, assegurando assim que as coisas aconteçam da maneira que você acha correta?
? Você procura manter-se ocupado para não entrar em contato com a realidade?
? Você sente que precisa fazer alguma coisa para sentir-se aceito e amado pelos outros?
? Você tem dificuldade de identificar o que sente? Tem medo de entrar em contato com seus sentimentos como raiva, solidão e vergonha
Recuperação da Codependência
A codependência também pode ser agravante e desencadeante de depressão, suicídio, doenças psicossomáticas, e outros transtornos. Os grupos de ajuda para familiares de dependentes (químicos e alcoólicos) visam, principalmente, reverter este quadro, orientando os familiares a adotarem comportamentos mais saudáveis. Os profissionais acham que o primeiro passo em direção a esta mudança é tomar consciência e aceitar o problema.
O tratamento da codependência pode consistir de psicoterapia, grupos de auto ajuda, terapia familiar e em alguns casos, antidepressivos e ansiolíticos. Os grupos de auto ajuda para familiares de dependentes, tais como, Alanom e Codependentes Anônimos são de grande utilidade no processo de recuperação familiar da codependência.
Minhas fontes de pesquisa:
http://www.codabrasil.org/codep1.htm
http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?art=392&sec=34

Boa tarde.
Hoje não vou fazer nenhum post novo. Estou preparando um tema muito legal para amanhã. Vai valer a pena esperar.
Deixo aqui algumas indicações de posts já trabalhados por mim aqui no Blog.
Coca-Cola vicia?
Videogames viciam? O que você acha?
Aborto
A Ciência do Sono
Tempestade em copo d’agua
Abraços

Bom dia.
Vou deixar aqui hoje uma poesia maravilhosa do Fernando Pessoa Augusto Cury.
É incrivél como ele consegue em tão poucas palavras falar sobre a saúde mental e sentimentos tão profundos de cada um de nós que muitas vezes não sabemos como colocar para fora.
“Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo… ”
Uma ótima quarta-feira a todos.
Abraços

Bom dia!
Obrigado por todos os comentários e e-mails enviados. Estou respondendo a todos e agradeço muito mesmo a participação de vocês no Blog.
Hoje eu não vou apresentar para vocês um texto meu. Hoje a palavra fica com Alex Uesugi, reconhecido na internet pelo pseudônimo “prankstare”, amigo meu e também acadêmico de psicologia pela Universidade de Marília – Unimar.
Um grande Abraços
Acácio Neto
A idéia e a importância que a sociedade atribui ao sono têm mudado durante o curso de alguns séculos. Registros históricos mostram que no século XIX as pessoas dormiam em média 10 horas por noite, enquanto que no início do século passado se convencionou 8 horas como o tempo padrão para uma noite saudável de sono (Revista – Superinteressante: Quer aprender? Então durma). Mas ultimamente o que tem se visto, principalmente nas grandes e agitadas metrópoles ao redor do mundo onde o estilo de vida sempre inundado de estímulos externos e quase nunca se pense em tempo para o descanso, é que nem esse padrão de 8 horas as pessoas têm respeitado, o que poderá acarretar sérios problemas de saúde a longo prazo. A maioria da população tem a mentalidade errônea de que dormir é perda de tempo. Inclusive a idéia que se faz sobre a privação do sono é uma ligação direta de comprometimento e dedicação, principalmente no ambiente de trabalho onde o empregado que dorme pouco passa a imagem de um bom trabalhador. No entanto, o que se deve entender é que qualquer nível de privação do sono afeta a performance (Documentário – Natgeo: Is it real? Sleepwalking murders).
O sono é dividido em ciclos compostos de diferentes fases, sendo que cada ciclo dura aproximadamente 90 minutos e logo após o término de um ciclo completo se inicia outro e assim repetidamente, sendo que uma noite de sono bem dormida, que dure de 7 horas e meia a 8 horas seguidas, teria aproximadamente 5 ciclos e meio. Cada fase representa um tipo de sono, graficamente peculiar quanto à atividade cerebral. Em um ciclo completo temos cinco fases diferentes (dois períodos de sono leve, dois de sono profundo e finalmente o sono REM), sendo que temos os períodos de sono leve apenas durante o primeiro ciclo de sono (passado o primeiro ciclo o cérebro alterna somente entre os períodos de sono profundo e REM, denominados então sono Non-REM e REM respectivamente). Durante as duas primeiras fases do sono (sono leve), o cérebro ainda não se desliga totalmente, sendo que qualquer som é ainda perceptível e capaz de acordar o indivíduo (essas fases duram apenas aproximadamente 6 ou 7 minutos juntos). Depois temos as duas fases de sono profundo, quando o cérebro se desliga realmente e as ondas cerebrais medidas por EEG (eletroencefalograma) são geralmente ondas grandes e lentas, e é quando o cérebro começa realmente a descansar, a consolidar novas memórias (através da comunicação entre o hipocampo e todo o resto do córtex cerebral), e a produzir hormônios como o GH e processos de cicatrização (essas fases duram em média 40 minutos cada). Enfim, temos a fase REM, a mais intrigante de todas as outras pois é nessa fase que geralmente ocorrem os sonhos. Na fase REM, a atividade cerebral é quase idêntica ao estado de vigília, onde as ondas cerebrais se apresentam curtas e rápidas, e leva esse nome (REM ou “rapid-eye moviment” ou em português “movimento rápido dos olhos) justamente pelo que se pôde observar das cobaias durante esse período do sono, como se estivessem realmente vendo as imagens do sonho que o cérebro está criando. Por isso, cientistas acreditam firmemente que o cérebro não consegue distinguir o que é real ou o que é imaginário, tanto que quando sonhamos temos a impressão de que aquilo que vemos é real e não estamos apenas sonhando. Inclusive, quando entramos nessa fase do sono, uma região do cérebro chamada Ponte situada no tronco encefálico e responsável pela troca de impulsos nervosos entre o córtex, o cerebelo e a medula espinhal se torna altamente ativa, fazendo com que os impulsos nervosos transmitidos pelo bulbo não cheguem até a medula espinhal e assim causando a atonia muscular ou paralisa corporal (com exceção apenas dos músculos oculares, auditivos e respiratórios). Sem isso, os sonhadores andariam, falariam e fariam tudo aquilo que imaginam nos sonhos, o que seria um desastre tanto para outras pessoas como principalmente para eles mesmos.
Mas afinal, o que são os sonhos? Possuem algum significado? Há teorias de que eles são representações do nosso inconsciente traduzidos em símbolos, e isso inclui experiências passadas tentando fazer alguma correlação com o presente. Isso em algum aspecto nos ajudaria a achar resoluções para problemas emocionais que não conseguimos ainda conscientemente resolver, pois quando estamos dormindo nosso cérebro não recebe tantos estímulos externos (visão, olfato, audição, etc.) e assim hipoteticamente podemos dizer que o cérebro pode pensar com mais clareza e livre de padrões definidos (menos lógico e linear) sobre como o corpo está sentindo em termos de emoções. Inclusive, há provas claras de que os sonhos são primordialmente baseados nas emoções, como constatado nos casos de narcolepsia, distúrbio do sono REM caracterizado por crises irresistíveis de sonolência diurna toda vez que a pessoa é submetida a emoções muito fortes (seja de excitação ou tristeza), então seu corpo se paralisa por completo (atonia muscular causada pelo início da fase do sono REM) e começa a delirar ainda acordado, vendo e ouvindo todos ao seu redor, já que os únicos músculos que não se paralisam durante o REM são os oculares, auditivos e respiratórios. A relação dos sonhos com as emoções também advém ao fato da amígdala, um órgão específico do cérebro, ser altamente ativa durante a fase REM. Este órgão é, em termos evolucionários, talvez um dos mais antigos do sistema límbico e diretamente responsável pelas emoções (Documentário – BBC Horizon: Why Do We Dream).
Para provar a importância dos sonhos na nossa vida diurna, cientistas então resolveram fazer uma experimentação: recrutaram algumas dezenas de pessoas e as fizeram dormir em um laboratório, onde foram monitoradas por eletrodos para medir a atividade cerebral. Toda vez que as cobaias aparentavam entrar na fase REM do sono eles eram imediatamente acordados e depois voltavam a dormir normalmente, mas sempre sem o sono REM. O que aconteceu é que essas pessoas, com a privação dos sonhos durante a noite, começaram a delirar durante o dia, algo como se o cérebro estivesse compensando alguma perda que ele teve. Portanto, o sonho é considerado como algo orgânico e necessário, não só para dar mais sentido à realidade em que vivemos, mas também para resolver problemas emocionais internos que não conseguimos achar resolução enquanto estamos acordados e conscientes (Documentário – Discovery Channel: The Secrets Of Sleep). Servem também para descansar, como afirmam aqueles que sofreram derrame e tiveram o lobo parietal do encéfalo danificado, região responsável pela combinação de nossos sentidos (visão, audição e tato) e, portanto onde o espaço imaginário dos sonhos são formados.
Talvez a ciência ainda não tenha conseguido responder bem ao certo todas as questões sobre por que dormimos ou por que sonhamos, mas pode afirmar com claríssima certeza que, não só nós seres humanos como também outros seres do reino animal (cachorros, gatos, ratos, etc.), precisamos dormir bem para que ocorram todos os ciclos e fases do sono e assim haja o devido descanso, memorização e a procura incessante do cérebro em tentar dar sentido à realidade em que vivemos. Estudos comprovam também que a privação do sono pode dar origem a uma série de doenças como o diabetes por intolerância à insulina, obesidade pela alta produção do hormônio ghrelina e baixa de leptina que são hormônios da fome e saciedade, hipertensão, depressão, etc., sem contar a baixa na concentração e motivação durante todo o dia. Desta maneira, para que mantenhamos nossa saúde física e mental precisamos dormir e sonhar.
Qual a sua opinião? Comente.
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